Coleção
Acervo Artístico
Item
Cabe a Alma: Chapada Diamantina [09 de março de 2017 às 12h07] (2ª edição)
Documento
Metadados
Denominação
Subcoleção
Título
Cabe a Alma: Chapada Diamantina [09 de março de 2017 às 12h07] (2ª edição)
Edição
2
Autoria
Colaboradores
Ano
2017 / 2024
Local de produção
Técnica / Material
Fotografia > Digital | Impressão > Digital > Pigmentada
Suporte / Formato
Dimensões
Altura
41,67 cm (imagem), 42,07 cm (com moldura)
Largura
62,66 cm (imagem), 63,06 cm (com moldura)
Assuntos / Palavras-chave
2017 | 2024 | Cabe a Alma | Cabe a Alma: Chapada Diamantina (obra) | Deslocamento | Dispositivo reflexivo | Enquadramento | Espelho | Experiência | Extensões da Memória | Fotografia | Fotográfico | Lugar | Paisagem | Tempo
Resumo descritivo
“Cabe a Alma: Chapada Diamantina [09 de março de 2017 às 12h07]” (2ª edição) é uma fotografia digital impressa com pigmento mineral sobre papel alfa-celulose Hahnemühle Photo Matt Fibre 200g, com dimensões de 41,67 x 62,66 cm e moldura de alumínio e vidro. A fotografia registra a colisão de dois enquadramentos: em primeiro plano, um espelho oval de acrílico na cor preta e dimensões de 20 x 40 cm reflete a vista de folhagens; em segundo plano, um espelho d´água cercado por vegetação. O gesto de mostrar é evidenciado pelo enquadramento que não esconde a mão que segura o dispositivo reflexivo.
Comentários / Dados históricos
A fotografia “Cabe a Alma: Chapada Diamantina [09 de março de 2017 às 12h07]” foi captada por Maria Ivone dos Santos no dia 09 de março de 2017 às 12h07, na Chapada Diamantina (BA). A primeira cópia foi impressa para a exposição “Regarder de la Fôret” (Mulhouse, França, 2017), passando a integrar o acervo pessoal de Sandrine Rummelhardt. Em 2024, por ocasião da exposição Performance de Arquivo: Especulações (V744atelier, Porto Alegre), uma nova cópia foi impressa.
Faz parte da subcoleção “Extensões da Memória: Cabe a Alma”, projeto que possui atualmente um arquivo em movimento contendo imagens captadas em deslocamentos, apresentadas em circunstâncias expositivas e publicações: Cabe a Alma, Curitiba (2013); Cabe a Alma, Veneza (2013); Bienal de Yakutsk, Sibéria (2014); Lugar Tênue, Pelotas (2014); Canteras de Lastur e Pasajes, San Sebastián, País Basco (2015); Local Extremo, Porto Alegre (2016). Nesse projeto, a artista experimenta os espaços que percorre, atenta à imagem que vê surgir nos retrovisores por ela desenhados – espelhos em acrílico branco, preto ou em cores –, cujas superfícies alteram as características do lugar neles refletido.
“Cabe a Alma” é o encontro com a imagem refletida e a experiência de fixação pela fotografia daquele momento e circunstância de apreensão do mundo. O projeto busca explorar os aspectos da imagem, levando em conta as condições de captação e as superfícies reflexivas. Para a artista, interessa que as imagens obtidas estejam intimamente vinculadas ao processo de captação – a busca pelos enquadramentos, a mão como índice de presença, a alteração das cores e as densidades cromáticas provenientes das qualidades da superfície reflexiva e da luz ambiente –, não havendo pós-produção. Os títulos das obras são seguidos da menção ao local, dia e horário da captação, enfatizando a singularidade do encontro da artista com a imagem.
Condições de reprodução
Observações
Crédito fotográfico: Hélio Fervenza.


